Gêmeas NutricionistasNutrição Renal, Enteral e Oncológica
Nutrição no tratamento conservador da doença renal

Tratamento conservador da doença renal crônica.

No tratamento conservador da doença renal, a alimentação é uma aliada: montamos um plano a partir dos seus exames (creatinina, ureia, TFG, potássio e fósforo) para apoiar a conduta do seu nefrologista.

  • Atendimento particular
  • Online (Brasil) e presencial
O que ajustamos

Os pontos que mais pesam no seu dia a dia.

Proteína

Quantidade e qualidade ajustadas ao seu estágio, com apoio de suplementação quando o médico indica.

Fósforo e potássio

Escolhas e formas de preparo que ajudam a manter esses minerais sob controle sem cortar alimentos à toa. Assim, você evita cortes desnecessários.

Sódio e líquidos

Estratégias para reduzir o inchaço e ajudar no controle da pressão arterial. Além disso, o coração agradece.

Equilíbrio ácido-básico

Orientações alimentares que apoiam o equilíbrio do organismo. Dessa forma, o corpo sofre menos.

Diabetes e hipertensão

Plano integrado para as condições que mais agridem os rins. Afinal, diabetes e pressão alta pesam muito.

Energia e massa muscular

Cuidado para evitar perda de peso e fraqueza ao longo do tratamento. Ou seja, proteger os rins sem perder força.

Seus exames

Creatinina e ureia subindo: o que a alimentação pode fazer?

A ureia é formada principalmente a partir da proteína que comemos. Quando os rins filtram menos, ela se acumula no sangue. Por isso, ajustar a quantidade e a qualidade da proteína ao seu estágio da doença renal é uma das estratégias mais estudadas no tratamento conservador: reduz a sobrecarga dos rins e pode ajudar a desacelerar a progressão da DRC, junto com o controle da pressão e da glicemia.

A creatinina reflete a função dos rins e também a sua massa muscular. Nenhum alimento “baixa a creatinina” de forma milagrosa. O papel da nutrição é proteger os rins sem deixar você perder músculo, e isso exige cálculo individual e acompanhamento dos exames.

  • Proteína na medida certa para o seu estágio
  • Controle de pressão e glicemia pelo prato
  • Preservação da massa muscular
  • Nada de cortar proteína por conta própria: isso pode levar à desnutrição
Sabor sem descuidar

Sódio, potássio e fósforo sem perder o prazer de comer.

Sódio

Troque o sal pronto e os temperos industrializados por alho, cebola, ervas frescas, limão e páprica. Atenção: o “sal light” costuma conter cloreto de potássio e pode ser perigoso para quem tem doença renal.

Potássio

Nem toda pessoa com DRC precisa restringir: isso depende do seu exame. Quando é necessário, o modo de preparo dos vegetais faz muita diferença.

Fósforo

O maior vilão costuma estar nos aditivos de ultraprocessados (embutidos, refrigerantes de cola, queijos processados), que o corpo absorve quase por completo. No rótulo, procure “fosfato” e “polifosfato”.

Na cozinha

Técnica de fervura para reduzir o potássio dos vegetais.

  1. 01

    Descasque e corte

    Corte legumes e verduras em pedaços pequenos para aumentar o contato com a água. Assim, mais potássio passa para a água.

  2. 02

    Deixe de molho

    Se possível, deixe algumas horas de molho em água e descarte essa água.

  3. 03

    Ferva e descarte

    Cozinhe em bastante água e jogue fora a água do cozimento. Dessa forma, boa parte do potássio vai embora.

  4. 04

    Finalize e tempere

    Depois refogue, asse ou tempere como preferir. Quantidade e frequência são definidas na consulta, conforme o seu potássio.

Nossa abordagem

Comer bem com doença renal é possível.

Muita gente chega com uma lista de proibições genérica. Nós partimos dos seus exames para mostrar o que pode, em que quantidade e como preparar.

O objetivo é um plano que você consiga seguir, com segurança e prazer à mesa.

  • Monitoramento de creatinina, ureia e TFG
  • Plano ajustado a cada novo exame
  • Trocas e receitas para a sua rotina
  • Relatório para levar ao seu nefrologista
Dúvidas frequentes

Respostas diretas.

Quem tem doença renal precisa parar de comer feijão?

Não necessariamente. Muitos alimentos podem entrar no plano com quantidade e preparo adequados. A decisão depende dos seus exames e do estágio da doença.

A nutrição pode evitar a hemodiálise?

A alimentação adequada é parte importante do tratamento conservador e pode ajudar a retardar a progressão da doença, junto com o acompanhamento médico. Não é possível prometer resultados individuais.

Preciso dos exames para a primeira consulta?

Sim. Quanto mais recentes, melhor, pois o plano é calculado a partir deles. Além disso, traga a lista de remédios.

Guia rápido

Tratamento conservador da doença renal: por onde começar.

O tratamento conservador da doença renal busca preservar a função dos rins pelo maior tempo possível. Por isso, ele une remédios, controle da pressão e da glicemia e, também, alimentação ajustada.

Primeiro, avaliamos seus exames e o seu estágio da doença. Em seguida, definimos a quantidade de proteína, sal e minerais. Além disso, cuidamos para que você não perca massa muscular.

Por fim, revisamos o plano a cada novo exame. Assim, a alimentação acompanha a evolução do seu caso. Ou seja, nada de dieta fixa para sempre.

Veja também: hemodiálise, doença renal policística e como é a consulta.

Tratamento conservador da doença renal

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Gêmeas Nutricionistas — clínica de nutrição em Araraquara (SP) conduzida pelas irmãs gêmeas e nutricionistas Kauana Monteiro (CRN-3 4646/1) e Camila Monteiro (CRN-3 6003/7). Atendimento presencial em Araraquara e online para todo o Brasil.
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